26 de junho de 2008
Olha aqui
Preste atenção
Essa é a nossa canção
Vou cantá-la seja aonde for
Para nunca esquecer o nosso amor
Nosso amor
Veja bem Foi você
a razão e o porquê
De nascer esta canção assim
Pois você é o amor que existe em mim
Você partiu e me deixou
Nunca mais você voltou
Pra me tirar da solidão
E até você voltar
Meu bem eu vou cantar
essa nossa canção
(Vanessa da Mata)
25 de junho de 2008
"Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, aos poucos começa a passar". (C.F.A)
E o pontapé inicial pra aliviar isso tudo é:terapia.
Hoje!
E o pontapé inicial pra aliviar isso tudo é:terapia.
Hoje!
24 de junho de 2008
23 de junho de 2008
Do lado de dentro
Mudanças.
E ninguém disse que seria fácil mudar.
Escuta menina, (ouve) do lado de dentro. Respira e inspira e sente o coração, que mal cabe no peito. Que bate numa velocidade descompassada. Coração descompensado, movido a medo. Falta de ar, e o emaranhado de sentimentos fora de área. Dor fora do alcance dos analgésicos,torneada por uma cinza tristeza... teimosia. Sutil ou sereno, mais um não. E um longo suspiro da menina que não aprendeu a lidar com as três letrinhas capazes de mudar todo um roteiro.
=(
A certeza é que um dia a menina cresce.
E ninguém disse que seria fácil mudar.
Escuta menina, (ouve) do lado de dentro. Respira e inspira e sente o coração, que mal cabe no peito. Que bate numa velocidade descompassada. Coração descompensado, movido a medo. Falta de ar, e o emaranhado de sentimentos fora de área. Dor fora do alcance dos analgésicos,torneada por uma cinza tristeza... teimosia. Sutil ou sereno, mais um não. E um longo suspiro da menina que não aprendeu a lidar com as três letrinhas capazes de mudar todo um roteiro.
=(
A certeza é que um dia a menina cresce.
26 de maio de 2008
9 de maio de 2008
Do não querer entender [...]
"Fico tão cansada às vezes, e digo pra mim mesma que está errado, que não é assim, que não é este o tempo, que não é este o lugar, que não é esta a vida. E fumo, e fico horas sem pensar absolutamente nada: (...)
Claro, é preciso julgar a si próprio com o máximo de rigidez, mas não sei se você concorda, as coisas por natureza já são tão duras para mim que não me acho no direito de endurecê-las ainda mais."
[...]
"Mergulho no cheiro que não defino, você me embala dentro dos seus braços, você cobre com a boca meus ouvidos entupidos de buzinas, versos interrompidos, escapamentos abertos, tilintar de telefones, máquinas de escrever, ruídos eletrônicos, britadeiras de concreto, e você me beija e você me aperta e você me leva pra Creta, Mikonos, Rodes, Patmos, Delos, e você me aquieta repetindo que está tudo bem, tudo bem."
(Caio Fernandes de Abreu)
É ele quem me empresta suas palavras que por mim parecem vividas e experenciadas. Sim senhores; tudo isso é a grande tentativa pra tentar entender tanta coisa fora do lugar. E eu? Sempre tão amena, suave, suspiro levemente e perco toda a minha razão. Ando mergulhada em tantos não entendimentos, em não querer entender. Resiliência.
E a sexta-feira me convida para a solidão.
.
.
.
E o que rola na vitrola é Ivete Sangalo (na mais pura contradição das palavras)
(DeiXo VoCê iR)
Claro, é preciso julgar a si próprio com o máximo de rigidez, mas não sei se você concorda, as coisas por natureza já são tão duras para mim que não me acho no direito de endurecê-las ainda mais."
[...]
"Mergulho no cheiro que não defino, você me embala dentro dos seus braços, você cobre com a boca meus ouvidos entupidos de buzinas, versos interrompidos, escapamentos abertos, tilintar de telefones, máquinas de escrever, ruídos eletrônicos, britadeiras de concreto, e você me beija e você me aperta e você me leva pra Creta, Mikonos, Rodes, Patmos, Delos, e você me aquieta repetindo que está tudo bem, tudo bem."
(Caio Fernandes de Abreu)
É ele quem me empresta suas palavras que por mim parecem vividas e experenciadas. Sim senhores; tudo isso é a grande tentativa pra tentar entender tanta coisa fora do lugar. E eu? Sempre tão amena, suave, suspiro levemente e perco toda a minha razão. Ando mergulhada em tantos não entendimentos, em não querer entender. Resiliência.
E a sexta-feira me convida para a solidão.
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E o que rola na vitrola é Ivete Sangalo (na mais pura contradição das palavras)
(DeiXo VoCê iR)
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